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Forum da aldeia do Castedo - Torre de Moncorvo
 
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 UM BOM EXEMPLO

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Macorreia
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MensagemAssunto: UM BOM EXEMPLO   Dom 12 Out 2008, 11:44

Nota prévia - Depois de mais uma longa ausência das minhas participações neste Fórum, aqui estou a marcar presença com mais uma pequena contribuição a que dei o título de um BOM EXEMPLO.




Estive recentemente no Castedo para ali fazer umas curtas férias, e, nas minhas deambulações pelo povoado tive oportunidade de observar algumas coisas boas e agradáveis; mas também outras bastante medíocres e desagradáveis…

Hoje citarei aqui apenas duas coisas que desde há muito me vêem preocupando e entristecendo profundamente:

- A primeira é o estado de abandono, degradação, ou mesmo ruína em que se encontra uma boa parte do património habitacional do aglomerado urbano, em grande parte, há que reconhecê-lo, por força do drástico decréscimo populacional a que tem estado sujeito desde há várias décadas.

- A segunda, e que muito me confrange, é o espectáculo do caos urbanístico que ali se vem praticando impunemente desde longa data, permitindo que toda e qualquer obra de construção, reconstrução, ou remodelação de edifícios seja executada num total desordenamento urbano e obedecendo tão só aos critérios, interesses e conveniências dos respectivos detentores da propriedade.

E esta será, porventura, uma situação ainda mais grave do que a do abandono e ruína citada anteriormente.

Porquê?... Porque se tem vindo a descaracterizar profundamente o povoado com construções muitas vezes aberrantes, feias, não raro sem qualidade ou de muito baixa qualidade arquitectónica, construtiva e habitacional, implantadas sem nexo e um pouco a esmo com absoluto desrespeito pelas mais elementares regras urbanísticas, quer em termos de implantação e enquadramento espacial no meio urbano; quer no que concerne ao cumprimento de cérceas e características das construções locais.

Junte-se a tudo isto as absurdas e desencontradas orientações nalguns casos escolhidas para a implantação dos edifícios; os pouco criteriosos métodos construtivos adoptados; e os mais que reprováveis usos (nalguns casos abusos…) de materiais nada adequados e condicentes com a matriz tradicional que deveria distinguir a urbe, e digam-me se não há razão para se temer pela selvática descaracterização da nossa terra!...

E o pior é que este estado de coisas não se fica apenas pelas novas construções de raiz, pois se estende também aos restauros, remodelações e ampliações de edifícios tradicionais antigos, com a agravante de, neste caso, estarmos a transformar edifícios belos na sua singeleza em coisas disformes e horrendas.

Naturalmente que não podemos generalizar, pois há que reconhecer que, nem tudo o que se tem feito no Castedo será assim tão mau! Felizmente, também nos deparamos por lá com algumas coisas positivas, tanto no que toca a obras de raiz como de restauro, onde as pessoas certamente se empenharam e puseram o seu melhor tentando fazer bem-feito e no respeito pelas regras do urbanismo e da tradição da terra. Só que… não serão muitos os exemplos que, neste caso, se poderão apontar.

Eu venho defendendo desde há muito que as autarquias têm nestes desordenamentos urbanísticos uma quota-parte de responsabilidades bem maior do que propriamente as populações. E falo no plural porque o problema não é um exclusivo do Castedo. Ele está presente com mais ou menos acuidade um pouco por todo o lado.

Mas concretamente no que respeita à nossa região, uma zona de interior deprimida e de cariz quase exclusivamente rural, sempre advoguei que as autarquias - ou mais exactamente, os municípios - deveriam, todos eles, dispor de um gabinete técnico com urbanistas que prestassem gratuita e localmente às populações, pelo menos os serviços de informação e aconselhamento necessários á boa e correcta execução de qualquer obra de construção, restauro, ou alteração de património urbano, promovendo junto das populações uma acção, não tanto de repressão embora esta também possa admitir-se nalguns casos, mas pedagógica em matéria de urbanismo, que levasse as pessoas a procurarem conscientemente fazer bem e no respeito pelas regras da lei, das tradições de cada terra e, em última análise das características da região.

Não se pode exigir ou sequer esperar que, em matéria de urbanismo as nossas populações, de uma maneira geral, saibam mais do que aquilo que cada um individualmente sente. E o que cada um sente a dada altura é tão só a sua própria necessidade, que no caso pode ser: a remodelação da sua casa; a ampliação do espaço habitacional já existente; ou a construção de uma nova casa, daí advindo a ânsia de suprir a carência ou desejo que se lhe depara.

E é neste estádio que, se não houver quem seduza as pessoas com alternativas viáveis, credíveis e atractivas, ou seja, que satisfaçam os seus desejos e necessidades, é evidente que cada um e por moto próprio irá procurar suprir a carência que se lhe apresenta pela frente, usando tão só os critérios que a sua consciência lhe dita e a contabilidade das suas capacidades financeiras lhe impõem.

Tudo o mais como seja: coisas de estética, respeito por tradições, opções pelo uso de materiais da região e outros aspectos, são tão só questões “marginais” que pouco ou nada irão interessar ao candidato a “construtor”, o qual, em última análise as poderá mesmo encarar como empecilhos à realização dos sonhos pré-concebidos.

E é assim que se vai adulterando impunemente o nosso povoado nos seus aspectos urbanísticos mais característicos e genuínos, por isso mesmo mais ricos.

Caberá ainda aqui contar uma “curiosidade”:

Há alguns meses atrás e numa das consultas que por vezes tenho o hábito de fazer para me inteirar disto, ou daquilo, foi-me dado passar uma vista de olhos por informações que retratavam a evolução dos sensos populacionais na nossa região ao longo dos tempos.

Ao observar os dados respeitantes ao nosso Castedo, fiquei algo surpreendido, direi mesmo um pouco incrédulo, com o que se deparava perante os meus olhos. Mas depressa me recompus, quando constatei que a situação se repetia nas demais freguesias do concelho, embora com expressões algo diferenciadas.

Eis o motivo da surpresa.

Observava eu dados comparativos sobre sensos populacionais e habitacionais registados no nosso concelho durante as últimas décadas, procurando, naturalmente, entender a evolução desses dados ao longo dos tempos, quando a dada altura me saltou à vista uma coisa curiosa: No nosso Castedo o decréscimo da população tem sido constante e acentuado ao longo das últimas décadas, o que, até nem será novidade para ninguém! Mas o que verdadeiramente estranhei foi constatar que o número de fogos no mesmo período, em vez de decrescer subiu significativamente?

Um contra-senso pensei no imediato? Como é que pode haver um aumento de fogos quando se verifica um decréscimo tão grande de população?

Cheguei num primeiro momento a pensar que haveria ali qualquer lapso de informação. Mas depressa o meu espírito racional acabaria por aceitar que não havia lapso algum. A situação era mesmo aquela.

Então, e ainda que fisicamente longe da terra, as memórias na minha mente rapidamente começaram a passar as imagens que consigo guardar do Castedo como se fosse um filme.

Revi bem no âmago da povoação as dezenas e dezenas de casas que ali se encontram abandonadas, em muitos casos seriamente degradadas e por vezes mesmo em completa ruína. Belas e sólidas casas de nobre granito que, devidamente recuperadas e adequadas às exigências da vida que o tempo actual nos impõe, dariam por certo esplêndidas e confortáveis habitações. Para residência permanente? Para residência de férias? Pouco importa! O que importa é que, criteriosamente tratadas e aproveitadas, seriam pérolas que proporcionariam aos seus detentores ou usufruidores, para lá de um verdadeiro conforto e prazer de vida, também o prestígio e a vaidade de quem augura o privilégio de possuir e usufruir um objecto lindo e valioso.

No contraste desta situação revejo também os apêndices da expansão urbana com que o Castedo tem sido dotado nos anos passados e, a comparação é inevitável. Neste caso, vejo edifícios em regra de aspecto pouco ou nada sedutor; construções geralmente pobres e desconfortáveis de tijolo ou blocos de cimento, em muitos casos inacabadas ou com acabamentos (pelo menos exteriormente) no mínimo desconcertantes; em suma: coisa feia!

E questiono-me: - Porquê se permitem estas aberrações?... Porquê expandir o perímetro urbano de um povoado com edifícios de construção mais que duvidosa enquanto se ignora o coração desse povoado, a zona antiga e característica, a zona nobre, o núcleo mais belo do povoado onde se encontram as casas com história, as habitações porventura singelas mas verdadeiramente genuínas tanto na sua arquitectura quanto nos materiais construtivos que lhe dão corpo, deixadas em quase completo abandono, degradando-se a todo o momento até se consumirem no desabamento dos telhados primeiro, na ruína das suas vetustas paredes logo depois?...

Apetece gritar: - Porquê este estado de coisas?...

Disse ao princípio que nem tudo seria mau no Castedo e que também ali haveria alguns bons exemplos.

Pois bem! O que me apraz agora registar aqui é realmente um desses bons exemplos. Uma situação que muito me agradou e que, julgo, poderia muito bem servir como exemplo referencial a seguir noutros casos da mesma índole.

Refiro-me a um edifício antigo bem característico da nossa terra que se situa na Rua do Cimo do Lugar já bem próximo da igreja, o qual foi muito recentemente restaurado nos exactos termos em que eu gostaria que fossem restaurados todos os demais edifícios da nossa Terra, introduzindo-lhe as benfeitorias que a vivência dos nossos tempos hoje nos impõe, mas sem descaracterizar a sua arquitectura original e preservando (na medida do possível…) toda a beleza e conforto que os materiais tradicionais da região lhe conferem.

Comentando com alguém a boa impressão que este edifício me causara, esse alguém me confidenciou que a obra de restauro terá sido levada a cabo pelos proprietários, sob a orientação de uma arquitecta que trabalha na Câmara Municipal de Torre de Moncorvo. E esta notícia me deixou duplamente contente: pelo resultado conseguido; e porque tal prática (como já atrás referi) vem exactamente ao encontro daquilo que desde longa data venho defendendo.

E assim sendo, eu permito-me deixar aqui expressos os meus sinceros parabéns:

- Aos proprietários em primeiro lugar pelo bom senso, o bom gosto e a ousadia que puseram neste empreendimento.

- À citada arquitecta – pessoa que não conheço – pelo empenho, profissionalismo e bom gosto colocados na mesma obra; e pelo excelente resultado daí advindo.

As fotografias que se seguem elucidam melhor que as minhas palavras o exemplo a que me refiro.

Aqui as deixo para quem as queira apreciar.



Macorreia



Outubro de 2008




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Macorreia
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MensagemAssunto: UM BOM EXEMPLO   Dom 12 Out 2008, 11:49







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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 01:53

realmente ficou muito bem restaurada a antiga casa do sr. felix,onde nasceram a natercia e antonio félix.
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manuel
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 05:33

Nesta mesma casa nasceu também a esposa do do Sr. Joaquim André, que mora na Contina, mãe da Lena e da (....? Não me lembro do nome da senhora nem da filha mais nova que reside em Moncorvo. Mas sei que é irmã da Natércia e do António Félix. O António Félix já não o vejo há mais de 30 anos, nem sei noticias.
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 05:34

Amigos,

Estou de acordo com tudo que o prezadíssimo MaCorreia escreveu.
Mas que é um caminho muito pedregoso e difícil de ser trilhado, ah, lá isso é.
Só um pequeno reparo: poderia ter completado as belas e ilustrativas fotos que inseriu, com um pequeno histórico da localização e dos proprietários que tiveram a visão (e os fundos, claro), para realizar obra de tão bom gosto.
Em relação a uma delas ainda citou que fica na Rua do Cimo do Lugar, mas isso é muito pouco para mim e para outros que tão raro vamos ao Castedo.
Cordiais Saudações Castedenses para todos,
do ZG
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 12:57

Tudo isto é muito bonito mas não devem fazer ideia do que é perciso fazer para conseguir licença para arranjar uma casa destas.
Actualmente tenho um projecto em andamento para arranjar uma casa que fica bem perto deste belo exemplo mas não fazem ideia de quando isto começou.
Em resumo é tudo bonito mas as complicações são muitas e por isso as pessoas desistem de fazer seja o que for nesta bela aldeia que é de todos nós .
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José dos Santos Gonçalves
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 14:00

Duarte

O teu testemunho veio confirmar as minhas reticências.
Bonito na teoria, muito difícil na prática.
Não são apenas as exigências monetárias, mas também, e talvez até principalmente, as burocráticas.
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 15:10

Não sei dar qualquer informação sobre os actuais proprietários desta casa.
Só me lembro que, na minha meninice a mesma pertenceu a um homem (que diziam ser o homem mais alto do Castedo) conhecido por "Cardador".
Também não sei se este "Cardador" seria o nome próprio ou alcunha.
Depois disso julgo que a casa terá passado por vários outros proprietários, mas não sou capaz de dizer quem foram.
Quanto às dificuldades com que dizem deparar-se para obter os licenciamentos para obras, tenho de confeessar que também não sei como se processam lá na autarquia tais formalidades.
Contudo, sempre direi que essas dificuldades não serão por certo muito maiores do que aquelas que se verificam noutras terras, julgo eu?... E a verdade é que, se nós olharmos para outras aldeias das redondezas, facilmente poderemos constatar que, nas mesmas se vai já fazendo sentir uma consciência de respeito pelas suas urbes que, infelizmente, ainda está algo distante na nossa Terra...
Ou estarei equivocado?...

Macorreia
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 15:13

Também acho que a casa está bastante agradável, não digo o mesmo da antena parabólica! flower
Espero que todas as aldeias venham a ter TV e Internet por cabo, assim talvez seja mais fácil alterar a paisagem nem sempre agradável das nossas aldeias.
sunny
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 14 Out 2008, 17:22

Desculpe, Aníbal, discordar mais uma vez de uma de suas posições.
Eu até prezo muito não apenas suas fotografias, de excelente qualidade, mas também suas abalizadas opiniões de homem habituado a tudo esquadrinhar.

Mas sinceramente não me parece que a antena parabólica que aparece na foto destoe do todo habitacional, e essa modernidade está mais do que integrada à construção civil, não apenas urbana, mas até mesmo rural.

Cordial saudação do ZG
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 28 Abr 2009, 04:57

O sr ten toda a razao, ja nao e só a questâo do dinheiro mas sim da burocracia. Ainda esta muito demorada
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MensagemAssunto: Re: UM BOM EXEMPLO   Ter 23 Jun 2009, 09:52

Duarte...mas no final tudo vale a pena.
O que é mesmo proibido é desistir, porque cvomo toda gente sabe desistir é morrer e nós não queremos que o Castedo morra né?
Cumprimentos
Susana Esteves

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Susana Esteves
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